Os trabalhos exibidos aqui foram produzidos entre 2018 e 2020. Antes disso eu tinha uma certa resistência em aceitar que o que eu fazia era arte. Pensava que era urbanismo. A vida mostrou: Era poético demais para ser urbanismo. Com a entrada no mestrado em artes visuais, pensando nos meus processos de criação e sobre a minha poética, cravada no cotidiano, entendi que a Fernanda urbanista é a base, mas a artista é quem possibilita mergulhar naquilo que me consome. Permite dar a ver o que não havia sido desvelado ou que era pensamento confuso.